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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conceitos da Geografia

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pontos Cardeais e Colaterais

Graças à divisão da Terra em dois hemisférios e da dinâmica do movimento de rotação, foram criados quatro pontos de direção fundamentais denominados pontos cardeais: Norte (N), Sul (S), Leste (L) e Oeste (O).

O SIGNIFICADO DOS PONTOS CARDEAIS
Norte (N) Marca a direção do Pólo Norte geográfico da Terra.
Existem dois sinônimos: setentrional e boreal.
O referencial astronômico mais importante é a Estrela Polar.
Sul (S) Marca a direção do Pólo Sul geográfico da Terra.
Existem dois sinônimos: meridional e austral.
O referencial astronômico mais conhecido é o Cruzeiro do Sul.

Leste (L) O referencial genérico aproximado é o “nascer do Sol”.
Como a Terra gira de oeste para leste, visualiza-se o nascente a leste.
Durante o dia, tem-se a impressão de que o Sol cruza o céu de leste (onde nasce) para oeste (onde se põe), constituindo o movimento aparente do Sol, O sinônimo mais conhecido é a palavra oriente.
Oeste (O) O referencial genérico aproximado é o “pôr do Sol”.
O sinônimo mais difundido é a palavra ocidente.

Os pontos cardeais não são suficientes para nos orientarmos precisamente sobre a superfície da Terra e, por isso, é necessário utilizarmos também os pontos colaterais, que se situam entre dois pontos cardeais. Veja como encontrá-los:

• entre o oeste e o norte, há o ponto colateral noroeste (NO); 
• entre o oeste e o sul, há o ponto colateral sudoeste (SO); 
• entre o leste e o sul, há o ponto colateral sudeste (SE); 
• entre o leste e o norte, há o ponto colateral nordeste (NE).

Também podemos encontrar os pontos subcolaterais.
Por exemplo, entre oeste e noroeste, encontramos o ponto oés-nordeste (ONE). Observe a representação dos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais por meio da Rosa dos Ventos ou Rosa dos Rumos.

Um dos instrumentos de orientação mais conhecidos, a bússola possui uma agulha imantada que é atraída pelo campo de atração magnética da Terra, que está orientado no sentido norte-sul. Desse modo, a agulha da bússola está sempre em direção aos pólos magnéticos norte e sul. Deve-se ajustar a parte móvel onde está desenhada a rosa dos rumos até que o norte esteja correspondendo à extremidade norte da agulha. Dessa maneira, teremos com precisão razoável todas as demais direções indicadas.

fonte:http://www.coladaweb.com/geografia/pontos-cardeais-e-colaterais

sábado, 8 de outubro de 2011

Vídeo sobre a Ásia


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Créditos a quem fez este trabalho!!!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ásia

País mais populoso:
China 1,273,111,290
Maior país:
Russia 16,995,800 sq km
Ponto mais alto:
Mt. Everest 8850m
Rio mais longo:
Rio Yangtze, China
6,378 km
Maior lago:
Mar Casoio
394,299 sq km
Maior Deserto:
Deserto de Gobi, Mongolia/China
1,040,000 sq km


totalgifs.com terra gif gif terra05.gif Maior e mais populoso dos continentes, a Ásia limita-se ao norte com o oceano Ártico e a oeste com a Europa, através da costa mediterrânea da Turquia, dos estreitos de Bósforo e dos Dardanelos, dos mares Negro, Cáspio e de Azov, do rio Kuma e dos montes Urais; e com a África, pelo istmo de Suez, o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho. Ao sul, o continente limita-se com o oceano Índico e a leste com o mar de Bering, que a separa da América, e os mares do Japão, Amarelo, da China Oriental e da China Meridional, todos no oceano Pacífico.

Geografia política

Aspectos naturais

Relevo: Distinguem-se dois grandes conjuntos de cordilheiras: o primeiro estende-se da Anatólia até o Pamir, compreendendo, entre outras grandes cadeias, as montanhas do Cáucaso, os montes Zagros, o Hindu Kush, o Kolima e o monumental maciço do Himalaia. A outra linha de cordilheiras é formada pelos montes Urais e pelas montanhas de Nova Zembla. Ao sul, existem planaltos e planícies importantes, como os planaltos da Arábia, do Irã e do Deccan, e as planícies da Mesopotâmia e os vales do Indo e do Mekong.

A região central é ocupada pelos planaltos do Tibet e da Mongólia, as estepes do Casaquistão e do Quirguistão, o deserto de Gobi e as planícies do norte da China. Ao norte, a região é composta pela planície siberiana e pelo planalto de Kolima.

Hidrografia: O norte do continente é cortado pelos grandes rios siberianos, como o Ob, o Ienissei, o Lena e o Kolima, que deságuam no oceano Ártico e permanecem congelados durante a maior parte do ano. Na Ásia central, encontram-se bacias interiores, como a do Tarim, no noroeste da China, e os rios Amu Daria e Sir Daria, que se lançam no mar de Aral.
Nas regiões meridionais e orientais localizam-se os maiores e mais importantes rios asiáticos, como o Amarelo e o Yangzi na China; e o Brahmaputra, Ganges e Indo, na Índia. Na Ásia ocidental, ou Oriente Médio, os rios mais importantes são o Tigre e o Eufrates.

Clima: Há quatro tipos de clima: o siberiano, o mediterrâneo, o desértico e o das monções. O clima siberiano estende-se por toda a larga faixa setentrional, e se caracteriza pelos longos invernos, que chegam a durar mais de oito meses. Na região litorânea da Anatólia predomina o clima mediterrâneo. No interior do continente, o clima é desértico, muito quente e seco durante o dia e frio à noite. O regime das monções determina as condições climáticas das regiões meridionais e orientais.

Flora e fauna: A cobertura vegetal do continental, ao norte, é constituída pela tundra. Ao sul dessa área, encontra-se a região da taiga, coberta por bosques de coníferas. Estepes e grandes regiões desérticas predominam no sul da Sibéria e na Ásia central. As chuvas periódicas na Ásia das monções (Índia, China, Indochina, Indonésia) favorecem o desenvolvimento de florestas tropicais e da vegetação de savana.

A vida animal do continente asiático é muito rica. Ursos-brancos, renas e diversos animais de peles raras (focas, martas, lontras, arminhos) deslocam-se para a região da tundra no verão, vindos da zona da taiga, onde vivem alces, cervos, ursos-pardos, linces e lebres.

Nas estepes e nos desertos habitam antílopes, gazelas, cabras, ovelhas, camelos, lobos, hienas e vários tipos de répteis. Leopardos e marmotas são encontrados nas terras altas da Ásia central, enquanto aves tropicais, diversas espécies de ursos e tigres habitam a área de monções. Na Índia, vivem também elefantes, crocodilos e cobras.


Aspectos demográficos


Composição étnica: A população asiática pertence a três grandes grupos étnicos: o caucasiano (brancos), o mongolóide (amarelos) e o negróide ou melanóide.

Língua: Os mais importantes grupos lingüísticos são o eslavo (russo), o japonês, o coreano, as línguas semíticas (árabe na península arábica, hebraico em Israel), o iraniano, as línguas indo-arianas do Hindustão, as dravídicas do sul da Índia, as sino-tibetanas (chinês), as malaio-polinésias, e as austro-asiáticas (vietnamita).

Estrutura demográfica: Há grande concentração demográfica nas áreas das grandes planícies da China, no vale do Ganges e no litoral do Deccan (Índia), no delta do rio Mekong (Indochina), no arquipélago do Japão, e na ilha de Java. Já a Sibéria e a Ásia central são praticamente despovoadas.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Por que há tanto petróleo no Oriente Médio?

A região passou por vários processos naturais que favoreceram o acúmulo desse óleo chamado de ouro negro. Há 40 milhões de anos, o movimento das placas tectônicas - gigantescos blocos de rocha sobre os quais se assentam oceanos e continentes do planeta - contribuiu para o fechamento dos oceanos primitivos da região. Essa água evaporou e minúsculos vegetais marinhos se depositaram no fundo dos mares. Por meio de decomposição - e também de aumento na pressão e na temperatura -, o material orgânico desses microorganismos deu origem ao petróleo. A sorte do Oriente Médio é que lá cada uma dessas etapas aconteceu no tempo geológico mais adequado. Além disso, o choque entre as placas teve outro efeito. "A Península Arábica se desprendeu da África e se deslocou para o norte. A colisão entre as placas Arábica e Eurasiana criou muitas dobras nas camadas do subsolo onde o petróleo se deposita", afirma o geólogo Peter Szatmari, da Petrobrás.

Nesses enormes reservatórios subterrâneos, o petróleo ficou armazenado entre grãos de areia e rochas sedimentares - materiais que, no Oriente Médio, são abundantes e muito porosos, deixando o petróleo fluir com facilidade. Outro fator importante: o óleo não escapa do subsolo graças a uma camada impermeável de sal - também originada da evaporação dos mares antigos -, que funciona como uma tampa protetora. Como se não bastasse, tudo isso ainda está aliado a outra vantagem: o clima seco. "Com ele, há pouca possibilidade de que água e bactérias rompam a camada de sal, penetrem no solo e contaminem o óleo", diz Peter.
A casca terrestre é feita de imensos blocos de rocha chamados placas tectônicas. No Oriente Médio, duas delas se mantêm em choque uma com a outra: a placa Arábica e a Eurasiana. Essa colisão cria, no subsolo, vãos que acabam se transformando em reservatórios de petróleo

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-ha-tanto-petroleo-no-oriente-medio

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ásia

Oceano Ártico


O Oceano Ártico ou Oceano Glacial Ártico ocupa uma área de 21 milhões de quilômetros quadrados, corresponde ao conjunto de águas que se encontram congeladas situadas nas proximidades do círculo Polar Ártico no extremo norte do planeta.

Fazem parte do Oceano Ártico territórios como Rússia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Islândia e península Escandinava.

Suas águas são oriundas do Oceano Atlântico e Pacífico, que são interligados por meio do estreito de Bering. O Oceano Ártico detém uma profundidade de aproximadamente 5.000 metros, suas águas permanecem congeladas o ano todo.
Esse Oceano é extenso e coberto por banquisas que correspondem a um enorme volume de águas congeladas, recebe também o nome de Mar Glacial Ártico.

Apesar de configurar como um Oceano, não oferece condições como os outros de utilização para atividades como o transporte marítimo e a pesca, por causa das adversidades climáticas, pois as temperaturas são extremamente baixas. As características climáticas da região são provenientes de sua localização geográfica, a luz solar incide com pouca intensidade em face dos elevados graus de inclinação, dessa forma não ocorre a irradiação solar e por isso permanece muito frio em todo decorrer do ano.


No Oceano Ártico estão inseridos diversos mares menores, como o Mar de Barents, Mar de Kara, Mar de Laptev, Mar da Sibéria Oriental, Mar de Chukchi, Mar de Beaufort e Mar de Lincoln. As águas do Oceano Ártico realizam uma restrita interação com os demais oceanos. Debaixo dos gigantescos blocos de gelo, as águas conservam suas temperaturas em torno de 0ºC e essas apresentam salinidade inferior.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola



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